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domingo, 4 de setembro de 2016

EMISSÃO 04 SETEMBRO


RESUMO DA SEMANA 29 AGOSTO- 03 SETEMBRO


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A violência doméstica contra os homens é uma realidade e o número de denúncias tem vindo a aumentar. Hoje damos-lhe conta desta realidade relatada pelo ponto de vista de um técnico da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Amanhã daremos a conhecer o testemunho de um homem que é vítima de violência doméstica e que contou ao Notícias ao Minuto o “inferno” em que vive.Em apenas dois anos, entre 2013 e 2015, a APAV registou um total de 1.240 homens vítimas de violência doméstica, o que se traduz num aumento de 14,4%.......................O número de denúncias feitas por homens vítimas de violência doméstica aumentou. Há mais casos ou menos vergonha de denunciar?
Os números significam que mais homens denunciaram estas situações, o que pode ser entendido como maior informação e mais sensibilização para fazerem a denúncia destes casos. Mas se o fenómeno criminal em si aumentou ou não, não sabemos. Mas de uma coisa temos a certeza: o número de situações não reportadas é muito superior àquele que é reportado.
O que leva uma mulher a agredir, seja física ou psicologicamente, um homem?
O mesmo que leva um homem a agredir uma mulher. O que está subjacente a qualquer forma de violência, seja contra homens ou contra mulheres, é sempre o poder e o controlo.
É uma questão de alguém acreditar que exerce sobre o outro um poder que acha que alegadamente tem, porque acha que é mais forte do que o outro que, no seu entender, é mais fraco e pode ser dominado.......................... Qual foi o pior caso de violência doméstica contra um homem que já teve conhecimento?

Foi o caso de um homem que ofereceu à mulher, com quem já tinha alguns problemas, uns copos de cristais da boémia. Ele tinha por hábito aos fins-de-semana limpar os copos com cuidado e a mulher disse-lhe várias vezes que um dia haveria de dormir com os copos. Um dia ele deitou-se na cama e teve de ir de imediato para as urgências do hospital, pois a mulher havia partido em partículas muito pequenas os copos de cristal, espalhando os cacos pelos lençóis. Ele ficou com milhares de cacos incrustados nas costas.


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O combate ao incêndio que deflagrou no sábado na localidade de Fóia, em Monchique (Faro), foi reforçado durante a noite e a prioridade é a proteção de habitações, disse o comandante de permanência às operações do CDOS de Faro. "A área que nos merece maior preocupação neste momento é a área sul do incêndio, uma vez que a área norte já está consolidada. Neste momento os maiores desafios são o edificado disperso e a dificuldade de acessos", disse, em declarações à agência Lusa.
O comandante de permanência às operações do CDOS de Faro explicou que o edificado disperso leva a que "a proteção dos bens e das habitações" seja a prioridade.
Apesar de até àquela hora não terem sido registadas "situações emergentes", duas pessoas -- uma idosa e uma com mobilidade reduzida -- foram retiradas das suas casas por prevenão e alojadas em casas de familiares, adiantou.
Nas próximas horas são esperados grupos de Évora e de Lisboa e três pelotões militares do exército para trabalhos de vigilância nas zonas onde o incêndio já foi extinto, informou Richard Marques.


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Em cinco anos, os homicídios conjugais fizeram 171 órfãos, o que dá uma média aproximada de 34 por ano.

São filhos de mulheres mortas por companheiros ou ex-companheiros que se suicidaram ou foram presos e de repente se veem sem a sua base familiar mais próxima. Ao trauma da morte segue-se o das disputas judiciais pela guarda dos órfãos. O trauma é marcante, por vezes de forma irreversível, e o Estado, designadamente ao nível da saúde mental, pouco tem para oferecer.

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